sábado, 6 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Alckmin amplia vantagem para o governo de SP em 2010, aponta Datafolha
Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira (1º) aponta que o ex-governador de São Paulo e atual secretário estadual de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin (PSDB), ampliou sua vantagem para a disputa pelo governo do estado em 2010.
O Datafolha divulgou sua segunda pesquisa da intenção de voto com possíveis candidatos ao pleito. Alckmin, que tinha 41% no levantamento anterior, divulgado em 22 de março, aparece agora com 47%.
A petista Marta Suplicy, que aparecia com 13%, oscilou dentro da margem de erro para 15%.
O instituto ouviu 2.058 pessoas entre os dias 26 e 28 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
O ex-prefeito de São Paulo e deputado federal Paulo Maluf (PP) passou de 12% para 9% das intenções de voto. A deputada Luiza Erundina (PSB) passou de 7% para 6%. Soninha Francine (PPS) se manteve com 5%, o deputado Paulinho da Força (PDT) passou de 3% para 2%. Campos Machado, do PTB, passou de 1% para 2% e Ivan Valente, do PSOL, continuou com 1%.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, manteve 1%. Brancos e nulos, que eram 11% são agora 10%. Não souberam 4% - na pesquisa anterior, eram 5%. Veja os dados no quadro abaixo.
| Possíveis candidatos | Pesquisa de 16 a 19/03 | Pesquisa de 26 a 28/03 |
| Geraldo Alckmin (PSDB) | 41% | 47% |
| Marta Suplicy (PT) | 13% | 15% |
| Paulo Maluf (PP) | 12% | 9% |
| Luiza Erundina (PSB) | 7% | 6% |
| Soninha Francine (PPS) | 5% | 5% |
| Paulinho da Força (PDT) | 3% | 2% |
| Campos Machado (PTB) | 1% | 2% |
| Ivan Valente (PSOL) | 1% | 1% |
| Paulo Skaf (sem partido) | 1% | 1% |
| Brancos e nulos | 11% | 10% |
| Não sabe | 5% | 4% |
Cenário com Aloysio Nunes Ferreira no lugar de Alckmin
| Possíveis candidatos | Pesquisa de 16 a 19/03 | Pesquisa de 26 a 28/03 |
| Marta Suplicy (PT) | 19% | 25% |
| Paulo Maluf (PP) | 17% | 15% |
| Luiza Erundina (PSB) | 11% | 10% |
| Soninha Francine (PPS) | 8% | 8% |
| Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) | 2% | 2% |
| Campos Machado (PTB) | 3% | 3% |
| Paulinho da Força (PDT) | 4% | 3% |
| Ivan Valente (PSOL) | 1% | 1% |
| Paulo Skaf (sem partido) | 1% | 1% |
| Brancos e nulos | 26% | 25% |
| Não sabe | 8% | 7 |
Cenário com Antonio Palloci no lugar de Marta
| Possíveis candidatos | Pesquisa de 16 a 19/03 | Pesquisa de 26 a 28/03 |
| Geraldo Alckmin (PSDB) | 45% | 49% |
| Paulo Maluf (PP) | 13% | 11% |
| Luiza Erundina (PSB) | 9% | 8% |
| Antonio Palloci (PT) | 3% | 3% |
| Soninha Francine (PPS) | 6% | 6% |
| Campos Machado (PTB) | 2% | 2% |
| Paulinho da Força (PDT) | 3% | 2% |
| Ivan Valente (PSOL) | 1% | 1% |
| Paulo Skaf (sem partido) | 1% | 1% |
| Brancos e nulos | 12% | 12% |
| Não sabe | 6% | 5 |
Cenário com Aloysio Nunes e Antonio Palloci
| Possíveis candidatos | Pesquisa de 16 a 19/03 | Pesquisa de 26 a 28/03 |
| Paulo Maluf (PP) | 20% | 17% |
| Luiza Erundina (PSB) | 14% | 14% |
| Soninha Francine (PPS) | 10% | 11% |
| Antonio Palloci (PT) | 5% | 7% |
| Campos Machado (PTB) | 3% | 4% |
| Paulinho da Força (PDT) | 5% | 4% |
| Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) | 3% | 2% |
| Ivan Valente (PSOL) | 1% | 2% |
| Paulo Skaf (sem partido) | 1% | 1% |
| Brancos e nulos | 30% | 29% |
| Não sabe | 9% | 9% |
Cenário com Fernando Haddad no lugar de Marta
| Possíveis candidatos | Pesquisa de 16 a 19/03 | Pesquisa de 26 a 28/03 |
| Geraldo Alckmin (PSDB) | 46% | 50% |
| Paulo Maluf (PP) | 13% | 11% |
| Luiza Erundina (PSB) | 10% | 8% |
| Soninha Francine (PPS) | 6% | 6% |
| Paulinho da Força (PDT) | 3% | 3% |
| Campos Machado (PTB) | 2% | 2% |
| Fernando Haddad (PT) | 1% | 1% |
| Ivan Valente (PSOL) | 1% | 1% |
| Paulo Skaf (sem partido) | 1% | 1% |
| Brancos e nulos | 12% | 12% |
| Não sabe | 6% | 5% |
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Hoje, PMDB pende mais para Serra do que para Dilma

“Se tivéssemos que tomar uma decisão hoje, estaríamos mais perto de fechar com Serra, não com Dilma”.
A frase acima foi dita ao blog por um integrante da cúpula do PMDB. Dedica-se à análise do desenho político que começa a ser esboçado nos Estados.
Fez um levantamento nacional da situação da legenda. Verificou que, por ora, o acerto com o petismo revela-se viável somente em três Estados: Ceará, Amazonas e Piauí (neste último, com a dissidência do senador Mão Santa).
Nas outras 24 unidades da federação, o PMDB ou rumina a indefinição ou se encaminha para uma aliança com PSDB e DEM.
De acordo com o levantamento, a “namoradinha” da política brasileira flerta com a oposição justamente em alguns dos maiores colégios eleitorais do país.
No maior deles, São Paulo, Orestes Quércia, está fechado com a candidatura presidencial do tucano José Serra.
Um problema para o paulista Michel Temer. Voz ativa em Brasília, o presidente da Câmara apita pouco em sua terra.
Ali, quem dá as cartas no diretório do PMDB é Quércia. Ele preside o partido. Mais: controla-o.
Em Santa Catarina, uma aliança do PMDB com o PT é sonho irrealizável. O governador peemedebista Luiz Henrique governa em aliança com PSDB e DEM.
Candidato ao Senado, Luiz Henrique costura a manutenção da tríplice aliança. Não quer nem ouvir falar de Idelli Salvatti, o nome do PT à sua sucessão.
No Rio Grande do Sul, o PMDB é adversário histórico do PT. Leva ao forno a candidatura estadual do prefeito de Porto Alegre, José Fogaça.
A governadora tucana Yeda Crusius rumina a idéia de candidatar-se à reeleição. Mas o tucanato nacional trama puxar-lhe o tapete, fechando com Fogaça.
A despeito da cara virada do presidente do PT, Ricardo Berzoini, o petismo gaúcho prevê para julho a escolha do seu candidato. Tarso Genro é favorito. Nada de PMDB.
No Paraná, o governador Roberto Requião, velho aliado de Lula no PMDB, liberou seus “costureiros” para tricotar com o PSDB.
Dialogam nos subterrâneos com os dois pré-candidatos tucanos ao governo paranaense: o senador Álvaro Dias e o prefeito curitibano Beto Richa.
Requião conversa amiúde com Quércia. Há coisa de dois meses, esteve com Serra, em São Paulo. Recebeu-o em Curitiba. Firmaram uma parceria fiscal.
Candidato ao Senado, Requião tenta esvaziar a candidatura ao governo de Osmar Dias (PDT), com quem o PT, empurrado por Lula, cogita se aliar.
Em Minas, segundo maior colégio eleitoral do país, o PMDB vai de Hélio Costa. O ministro das Comunicações busca uma aliança com Aécio Neves.
Tomado pelo noticiário, Aécio disputa a vaga de presidenciável com Serra. Tomado pelo que se diz dele abaixo da linha d’água, estaria rendido às evidências.
Prevalecendo a 2ª hipótese, Aécio pende para o Senado, não para a vice de Serra. Para o governo, tenta empinar a candidatura de seu vice, Antonio Anastasia.
É uma espécie de Dilma de calças. Jamais disputou eleições. O PMDB aposta na inviabilidade de Anastasia para atrair Aécio para o palanque de Hélio Costa.
Enquanto isso, o petismo mineiro briga. Medem forças pelo governo o ex-prefeito Fernando Pimentel e o ministro do Bolsa Família, Patrus Ananias.
Em Brasília, os grãopeemedebistas José Sarney e Renan Calheiros posam de “dilmetes”. No Maranhão e em Alagoas, o PMDB de ambos quebra lanças com o PT.
Em conversa reservada, há dois dias, Roseana Sarney, que acaba de ganhar o governo maranhense no tapetão do TSE, desfiou um rosário de queixas ao PT.
O petismo do Maranhão torce o nariz para os Sarney. Resiste às tentativas de aproximação.
Nas plagas alagoanas, Renan joga o jogo do governador tucano Teotônio Vilela Filho. E vice-versa. Teotônio deve disputar a reeleição. Renan, o Senado. Ou vice-versa.
Em Pernambuco, o PMDB se chama Jarbas Vasconcelos. É Serra desde menino.
Na Bahia, PMDB é sinônimo de Geddel Vieira Lima. Ministro de Lula, Geddel mantém com o governador baiano Jaques Wagner, do PT, uma aliança frágil.
Espanta-se com os ataques que o petismo dirige ao seu grupo. Em privado, não excluiu a possibilidade de disputar o governo, em aliança com ‘demos’ e tucanos.
No Rio Grande do Norte, o PMDB vive um dilema. Henrique Eduardo Alves, líder na Câmara, é Dilma. Garibaldi Alves, majoritário no diretório, pende para Serra.
Garibaldi distanciara-se de José Agripino Maia (DEM). Agora, ensaia a reaproximação. Cogita apoiar a candidatura ao governo da senadora ‘demo’ Rosalba Ciarlini.
No Pará, o dono do PMDB é Jader Barbalho. Em 2006, ajudara a eleger a governadora Ana Julia Carepa, do PT. Hoje, quer vê-la pelas costas.
Ana Júlia deseja reeleger-se. Jader quer voltar ao Senado. E trama acomodar no palácio o filho Helder Barbalho, prefeito de Ananindeua, numa aliança com o PSDB.
No Rio, outro dilema. O governador Sérgio Cabral é Dilma. O ex-governador Antony Garotinho trabalha para arrastar o diretório do PMDB para o colo de Serra.
Para complicar, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, do PT, quer ser governador. Tenta retirar o PT do palanque reeleitoral de Cabral, dodói de Lula.
O PMDB, como se vê, faz jus ao vocábulo partido. Nada mais fragmentado. A lei não impede que o partido faça alianças diferentes nos planos nacional e estadual.
Mas o dirigente que traçou o quadro acima para o repórter diz que não há como ignorar que, por ora, Serra leva “vantagem” sobre Dilma no PMDB.
Com Informações Blog do Josias de Souza
segunda-feira, 23 de março de 2009
Pesquisa Datafolha aponta Geraldo Alckmin Favorito ao Governo de SP em 2010
Foram considerados seis possíveis cenários para a eleição do ano que vem. Alternaram-se, como nomes do PSDB, Alckmin e Aloysio Nunes. Pelo PT, foram testados como prováveis candidatos a ex-prefeita Marta Suplicy, o ministro da Educação, Fernando Haddad e o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.
Foram incluídos em todos os cenários: Campos Machado (PTB), Ivan Valente (PSOL) Paulinho (PDT), Paulo Skaf (sem partido) e Soninha (PPS).
Alckmin obtém maiores taxas de intenção de voto quando seus adversários pelo PT são Fernando Haddad e Antonio Palocci.
No primeiro caso, Alckmin atinge 46% das intenções de voto, 33 pontos à frente de Paulo Maluf, que obtém 13% das preferências. Luiza Erundina, com 10%, empata com Maluf, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Vêm a seguir Soninha (6%), Paulinho (3%), Campos Machado (2%), Fernando Haddad, Paulo Skaf e Ivan Valente (1%, cada).
Quando Antonio Palocci é o representante do PT, Alckmin obtém 45%. Nessa hipótese, Maluf tem13% e Erundina atinge 9%. Soninha é a preferida de 6% e Palocci fica com 3%. , mesmo percentual obtido por Paulinho. Completam o cenário Campos Machado (2%), Ivan Valente e Paulo Skaf (1%, cada).
Marta Suplicy tem o melhor desempenho entre os possíveis candidatos do PT, embora não consiga fazer frente a Alckmin, que atinge 41% das intenções de voto, 28 pontos percentuais a mais do que a ex-prefeita (13%), que empata com Paulo Maluf (12%). Vêm a seguir Luiza Erundina (7%), Soninha (5%), Paulinho (3%), Campos Machado, Ivan Valente e Paulo Skaf (1%).
Sem Alckmin na disputa, com Aloysio Nunes representando o PSDB, o ex-prefeito Paulo Maluf lidera (empata com Marta em um dos cenários), mas obtém percentuais de intenção de voto inferiores às taxas de eleitores que têm intenção de votar em branco ou anular o voto.
No cenário em que Antonio Palocci representa o PT, Maluf obtém 20%. Erundina, com 14%, e Soninha, com 10%, vêm a seguir. Palocci atinge 5%., mesmo percentual obtido por Paulinho, e que empata com a taxa registrada pelo tucano Aloysio Nunes (3%). Diante dessa lista de candidatos, 30% votariam em branco ou anulariam o voto.
Os resultados são quase idênticos quando Fernando Haddad é considerado como candidato petista. Nesse cenário, Maluf, mais uma vez, é o preferido de um quinto (20%) dos entrevistados. Erundina atinge 14% e Soninha fica com 10% das preferências. Aloysio Nunes obtém 3% e Haddad fica com 2%. Novamente, um terço optaria por votar em branco ou anular o voto.
Como ocorre contra Alckmin, Marta Suplicy é a candidata petista com melhor desempenho, quando Aloysio Nunes é listado como candidato tucano. Nesse cenário, Marta tem 19% das intenções de voto, empatando com Maluf, que atinge 17%. Erundina (11%) e Soninha (8%), mais uma vez, disputam o terceiro lugar. Aloysio Nunes obtém 2% das intenções de voto. Votariam em branco ou anulariam o voto 26%.
Geraldo Alckmin atinge suas maiores taxas de intenção de voto entre os eleitores mais jovens (com idade entre 18 e 24 anos), mais escolarizados e entre os que moram em cidades localizadas no interior do Estado.
Quando solicitados a dizer, espontaneamente, em quem gostariam de votar para governador em 2010, 12% citam o atual ocupante do cargo, José Serra (PSDB). Alckmin é mencionado de maneira espontânea por 9%. Marta Suplicy (3%) e Paulo Maluf (1%) vêm a seguir. Não sabem dizer espontaneamente em quem gostariam de votar para governador 56%.
O Datafolha ouviu 2.062 moradores do Estado de São Paulo com 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 19 de março de 2009.
Cenário 1
Geraldo Alckimin Pelo PSDB
Fernando Haddad Pelo PT

Cenário 2
Geraldo Alckimin Pelo PSDB
Antonio Palocci Pelo PT

Cenário 3
Geraldo Alckimin Pelo PSDB
Marta Suplicy Pelo PT

Cenário 4
Aloysio Nunes Pelo PSDB
Fernando Haddad peloPT

Cenário 5
Aloysio Nunes pelo PSDB
Antonio Palocci pelo PT
