A 17 dias da disputa para a presidência da Câmara e presidência do Senado a situação fica cada vez mais indefinida. Na Câmara, hoje são 4 candidatos:Michel Temer(presidente do PMDB), Osmar Serraglio(Também do PMDB),Ciro Nogueira(uma espécie de novo Severino Cavalcanti do PP) e Aldo Rebelo(do PCdoB).O favorito é o presidente do PMDB e ex presidente da Câmara por duas oportunidades(1997-1999 e 1999-2001)Michel Temer que reúne em sua base de apoio 12 partidos que vão dos governista como PT aos oposicionistas como PSDB e DEM.Aparentemente Temer será eleito já que afirma que a decisão no senado não interfere em nada o apoio petista na Câmara.Esta decisão no Senado porém,ainda promete gerar dor de cabeça a muita gente inclusive a Temer.No atual cenário do Senado são dois os candidatos:Garibaldi Alves (PMDB-RN) que busca a reeleição é por enquanto candidato oficial do PMDB e Tião Viana(PT-AC) que a um bom tempo já articula sua candidatura.Porém o nome de Garibaldi como já se sabe não agrada a gregos e troianos pois sua possível eleição pode levar a justiça a questionar pelo fato de que uma norma do regimento interno impede que um presidente tente a reeleição na mesma legislatura.Então,eis que surge o nome do ex presidente Jose Sarney,que seria um nome de consenso entre governo e oposição,alias dizem que o nome de Sarney já reuniu mais de 50 assinaturas dos 81 senadores.Na continuação do impasse,se realmente isso se concretizar, muita gente dentro de vários partidos não admite que o PMDB comande as duas casas,o PT por exemplo usa como argumento o fato de aceitar apoiar Temer na Câmara para que o PMDB retribuísse o gesto no senado em torno de Tião Viana,assim a quem defenda ,a se encaminhar o comando do PMDB nas duas casas que o PT rompa com Temer e busque outras alternativas.Em meio a isso é esperado para domingo um encontro entre Lula e Sarney para se definir ou não a candidatura do cacique Peemedebista. Temer diz que não, mas só aguardando as próximas semanas para saber se a decisão do Senado ira ou não interferir na da Câmara. sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Indecisão na Câmara e no Senado.
A 17 dias da disputa para a presidência da Câmara e presidência do Senado a situação fica cada vez mais indefinida. Na Câmara, hoje são 4 candidatos:Michel Temer(presidente do PMDB), Osmar Serraglio(Também do PMDB),Ciro Nogueira(uma espécie de novo Severino Cavalcanti do PP) e Aldo Rebelo(do PCdoB).O favorito é o presidente do PMDB e ex presidente da Câmara por duas oportunidades(1997-1999 e 1999-2001)Michel Temer que reúne em sua base de apoio 12 partidos que vão dos governista como PT aos oposicionistas como PSDB e DEM.Aparentemente Temer será eleito já que afirma que a decisão no senado não interfere em nada o apoio petista na Câmara.Esta decisão no Senado porém,ainda promete gerar dor de cabeça a muita gente inclusive a Temer.No atual cenário do Senado são dois os candidatos:Garibaldi Alves (PMDB-RN) que busca a reeleição é por enquanto candidato oficial do PMDB e Tião Viana(PT-AC) que a um bom tempo já articula sua candidatura.Porém o nome de Garibaldi como já se sabe não agrada a gregos e troianos pois sua possível eleição pode levar a justiça a questionar pelo fato de que uma norma do regimento interno impede que um presidente tente a reeleição na mesma legislatura.Então,eis que surge o nome do ex presidente Jose Sarney,que seria um nome de consenso entre governo e oposição,alias dizem que o nome de Sarney já reuniu mais de 50 assinaturas dos 81 senadores.Na continuação do impasse,se realmente isso se concretizar, muita gente dentro de vários partidos não admite que o PMDB comande as duas casas,o PT por exemplo usa como argumento o fato de aceitar apoiar Temer na Câmara para que o PMDB retribuísse o gesto no senado em torno de Tião Viana,assim a quem defenda ,a se encaminhar o comando do PMDB nas duas casas que o PT rompa com Temer e busque outras alternativas.Em meio a isso é esperado para domingo um encontro entre Lula e Sarney para se definir ou não a candidatura do cacique Peemedebista. Temer diz que não, mas só aguardando as próximas semanas para saber se a decisão do Senado ira ou não interferir na da Câmara.
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