A morte do motorista Adécio Pompeu de Carvalho, de 51 anos, na cidade vizinha de Monte Alegre do Sul, durante a madruga da segunda-feira, 7, em pleno carnaval, nos aproxima de uma questão extremamente delicada: Qual o motivo de tanta violência?
Homicídios, acidentes em estradas ou suicídios, o fato é que dados estatísticos parciais deste carnaval apontam para um aumento da violência em relação à mesma data do ano passado. Só para se ter uma ideia da violência nas estradas, Entre a última sexta (4) e a meia noite da segunda, 7, nos 66 mil quilômetros de estradas federais, 166 pessoas morreram. Vale lembrar que a contabilidade dos dados é parcial, já que até o fechamento desta edição o balanço final ainda não tinha sido divulgado. Independentemente, o número de mortos já supera os cadáveres do ano passado. No Carnaval de 2010, faleceram nas estradas federais 143 pessoas.
Voltando ao caso do jovem de 18 anos que provocou a morte do motorista de uma ambulância em Monte Alegre do Sul, logo nos perguntamos qual o limite das ações de uma pessoa sob os efeitos de drogas?
É fato que vivemos em um tempo no qual a impunidade é preocupante e em certas situações, não como justificativa, serve como incentivo ao crime. Noutro lado, a proliferação do uso de drogas, principalmente por jovens, motiva crimes como o ocorrido em Monte Alegre e favorece as estatísticas de mortes e acidentes nas estradas.
De acordo com a ONG Viva Vida, que trabalha no combate ao uso de drogas, é chegada a hora do trabalho de formiguinha na reestruturação da família para impedir que jovens se entreguem ao álcool, porta de entrada para outras drogas, integrando todo esse cenário. Por outro lado, constatamos que já passou da hora de uma resposta do congresso, realizando uma verdadeira reforma no judiciário, a começar pelo código penal. Ao contrário, O brasileiro continuará gostando do verbo matar, como colocando por Josias de Souza, em seu blog: “o brasileiro, como se sabe, tem especial apreço pelo verbo matar. Mesmo nos momentos de ócio, ele não usufrui do tempo, mata-o. Se tem fome, o patrício não a sacia, mata-a. O estudante ladino não falta à escola, ele mata aula. Na partida decisiva do futebol, o mata-mata. No jogo de xadrez, não basta vencer, é preciso aplicar o xeque-mate”.
Homicídios, acidentes em estradas ou suicídios, o fato é que dados estatísticos parciais deste carnaval apontam para um aumento da violência em relação à mesma data do ano passado. Só para se ter uma ideia da violência nas estradas, Entre a última sexta (4) e a meia noite da segunda, 7, nos 66 mil quilômetros de estradas federais, 166 pessoas morreram. Vale lembrar que a contabilidade dos dados é parcial, já que até o fechamento desta edição o balanço final ainda não tinha sido divulgado. Independentemente, o número de mortos já supera os cadáveres do ano passado. No Carnaval de 2010, faleceram nas estradas federais 143 pessoas.
Voltando ao caso do jovem de 18 anos que provocou a morte do motorista de uma ambulância em Monte Alegre do Sul, logo nos perguntamos qual o limite das ações de uma pessoa sob os efeitos de drogas?
É fato que vivemos em um tempo no qual a impunidade é preocupante e em certas situações, não como justificativa, serve como incentivo ao crime. Noutro lado, a proliferação do uso de drogas, principalmente por jovens, motiva crimes como o ocorrido em Monte Alegre e favorece as estatísticas de mortes e acidentes nas estradas.
De acordo com a ONG Viva Vida, que trabalha no combate ao uso de drogas, é chegada a hora do trabalho de formiguinha na reestruturação da família para impedir que jovens se entreguem ao álcool, porta de entrada para outras drogas, integrando todo esse cenário. Por outro lado, constatamos que já passou da hora de uma resposta do congresso, realizando uma verdadeira reforma no judiciário, a começar pelo código penal. Ao contrário, O brasileiro continuará gostando do verbo matar, como colocando por Josias de Souza, em seu blog: “o brasileiro, como se sabe, tem especial apreço pelo verbo matar. Mesmo nos momentos de ócio, ele não usufrui do tempo, mata-o. Se tem fome, o patrício não a sacia, mata-a. O estudante ladino não falta à escola, ele mata aula. Na partida decisiva do futebol, o mata-mata. No jogo de xadrez, não basta vencer, é preciso aplicar o xeque-mate”.
Um comentário:
É Henrique, infelizmente esta é a realidade do mundo, o que nos leva a entender pq caminhamos cada vez mais pro individualismo.
Parabéns pelo blog!
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