Em seu livro “Como se fazer um jornal diário”, um dos maiores jornalistas políticos do país, o melhor em nossa opinião, Ricardo Noblat, afirma que só devemos nos dirigir ao público em um artigo de opinião quando temos verdadeiramente e objetivamente algo a dizer. Devemos consultá-lo sobre o que fazer em casos de “reincidência”.
Mais uma vez voltamos aqui indagar o que está acontecendo em nossa política e com nossos políticos. Na última semana, o ilustre senador do estado do Paraná, ex-governador Roberto Requião, comportou-se como um perfeito ditador. Não gostou de uma pergunta do repórter Victor Boyadjian da Rádio Bandeirantes, o ameaçou de pancada e tomou seu gravador. Simples assim. E mais: quando devolveu o gravador a entrevista não estava mais lá, tinha sido apagada pelo General Requião.
Como justificativa, se comparou a Jesus Cristo. Disse que perdeu a paciência ao ter de responder pela terceira vez a um questionamento referente à aposentadoria que recebe como ex-governador do Paraná. O ex-governador ainda comparou sua indignação à de Jesus Cristo. “Há momentos que a indignação é uma virtude como foi a do Cristo ao responder aos vendilhões do templo”, afirmou. É extremamente difícil entender o que o Poder pode fazer com uma pessoa. Mais revoltante ainda é ver o Presidente do Senado, José Sarney, afirmar que não houve ataque à liberdade de imprensa. Como pode um político afrontar um repórter de tal maneira. Mais grave ainda é saber que estes são pagos por nós, recebem nossos impostos e ao invés de nos defenderem, nos atacam, impedindo a propagação da informação. Benjamim Disraeli disse muito bem: “Todos amam o poder, mesmo que não saibam o que fazer com ele”.
Mais uma vez voltamos aqui indagar o que está acontecendo em nossa política e com nossos políticos. Na última semana, o ilustre senador do estado do Paraná, ex-governador Roberto Requião, comportou-se como um perfeito ditador. Não gostou de uma pergunta do repórter Victor Boyadjian da Rádio Bandeirantes, o ameaçou de pancada e tomou seu gravador. Simples assim. E mais: quando devolveu o gravador a entrevista não estava mais lá, tinha sido apagada pelo General Requião.
Como justificativa, se comparou a Jesus Cristo. Disse que perdeu a paciência ao ter de responder pela terceira vez a um questionamento referente à aposentadoria que recebe como ex-governador do Paraná. O ex-governador ainda comparou sua indignação à de Jesus Cristo. “Há momentos que a indignação é uma virtude como foi a do Cristo ao responder aos vendilhões do templo”, afirmou. É extremamente difícil entender o que o Poder pode fazer com uma pessoa. Mais revoltante ainda é ver o Presidente do Senado, José Sarney, afirmar que não houve ataque à liberdade de imprensa. Como pode um político afrontar um repórter de tal maneira. Mais grave ainda é saber que estes são pagos por nós, recebem nossos impostos e ao invés de nos defenderem, nos atacam, impedindo a propagação da informação. Benjamim Disraeli disse muito bem: “Todos amam o poder, mesmo que não saibam o que fazer com ele”.

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